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27
Dez14

Carlos Mendes

por Jornal Só Musica

Carlos Mendes, convidado, na Escola Básica e Secundária de Santa Maria (Vila do Porto, ilha de Santa Maria, Açores), como parte do evento "Festejar Abril em Maio" promovido pelo Clube Asas do Atlântico. Carlos Eduardo Teixeira Mendes[1] mais conhecido por Carlos Mendes (Lisboa, 23 de maio de 1947) é um arquiteto, cantor, compositor e ator português. Índice Biografia Discografia Álbuns Singles e EPs Outros Compilações Colectâneas Referências BiografiaEditar Em 1963 foi um dos fundadores do conjunto "Sheiks", que abandonou em 1967[2] para iniciar uma carreira a solo com uma versão de "Penina", que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre. Em 1968 venceu o Festival RTP da Canção com a canção "Verão"[3] Na altura [o Festival] marcou-me muito, mas não fiz lá a minha estreia, já vinha dos Sheiks. O Festival da Canção tornou-me ainda mais conhecido do que já era. Nessa altura, os cantores apareciam nas capas das revistas, eram muito populares. Quando regressei da Eurovisão, tive de me refugiar numa quinta de um amigo em Tomar por causa do público. — Carlos Mendes Voltou a vencer o Festival RTP da Canção, em 1972, com "Festa da Vida"[3] . Participa também nas gravações do disco ["[A Fala do Homem Nascido]]". Em 1973 concluiu o curso de Arquitetura iniciado em 1969, passando a exercer essa atividade que abandonaria pouco depois, para se dedicar em exclusivo à música. Em 1976 fundou, juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, Toma Lá Disco. Lança o álbum "Amor Combate". No ano seguinte lançou o álbum "Canções de Ex-Cravo e Malviver" com canções como "Ruas de Lisboa", "Lisboa, Meu Amor" e "Amélia dos Olhos Doces". "Amélia dos Olhos Doces" ficou em 2º lugar no apuramento para o festival da Oti desse ano. A revista Mundo da Canção atribuiu o prémio de "Melhor Disco Infantil do Ano" ao seu trabalho "Jardim Jaleco" que também era um programa de televisão. Em 1979 os "Sheiks" regressam para uma série de 13 programas apresentada na RTP. O grupo lança os LP's "Sheiks com Cobertura" e "Pintados de Fresco 2". Em 1980 gravou a solo o álbum "Triângulo do Mar". O disco "Chão do Vento" foi lançado em 1984. Desloca-se ao Brasil, onde atuou no Teatro João Caetano e no Circo Voador (Rio de Janeiro) e no Pavilhão do Ibirapuera (São Paulo). Em 1985 iniciou aulas de piano e formação musical com a professora Fernanda Chichorro. Deu espectáculos na Suíça, na Bélgica e nos Países Baixos. Participou também no XII Festival Internacional da Juventude, em Moscovo, com mais 150 Países. Em 1986 compôs a música para o filme "O Vestido Cor de Fogo" de Lauro António e para a peça "O Touro" do Teatro de Pesquisa Comuna. Ganhou o prémio da Associação de Críticos para a melhor música de teatro desse ano. No ano de 1987 fez a música da peça de Alves Redol, "O Destino Morreu de Repente", encenada pela Comuna. Compõs para o Festival da OTI a canção representante de Portugal, interpretada por Theresa Mayuko. No ano seguinte fez a música de dois filmes de Luís Filipe Costa para a RTP. Convidado por aquela emissora televisiva compõs músicas originais e fez a direção musical para o programa de Natal. Juntamente com Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e o maestro Pedro Osório (maestro) criaram em 1989 o espectáculo "Só Nós Três"[2] que se estreou no Casino do Estoril com grande êxito. Em seguida foi apresentado nos Açores (por ocasião da Presidência Aberta), Macau e outros locais. O disco com base no espectáculo foi um grande sucesso atingindo rapidamente o galardão de platina. Em 1990 compõs, dirigiu e interpretou a banda sonora da série "Por Mares Nunca de Antes Navegados". Criou ainda o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes", com encenação de Carlos Avilez. Em 1991 iniciou aulas de canto lírico com a professora Cristina Castro. Criou a opereta musical "O Natal do Pai Natal" a convite da RTP para mais um "Especial de Natal" que foi editado em disco. Gravou para a mesma emissora o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes". A Convite

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